MENSAGEM AOS FILHOS NO DIA DAS MÃES
GRACINDA CALADO
Os filhos sempre pensam que as mães nunca morrem.
Será que é por isso que eles perdem tanto tempo longe delas?
Se as mães nunca morressem estariam contra a lei natural do universo.
Mas filhos, as mães morrem também!
Que os filhos nunca percam o contato com suas mães. É estranho chegar em casa e não encontrá-la, não ouvir sua voz, não receber seus conselhos valiosos, seus presentes de carinho, pedir sua bênção e não ouvir o seu “Deus te abençoe”!
Quanta falta irão sentir e desejar que ela volte... ai já será tarde demais pois as mães também morrem!
Um dia nossos netos irão perguntar por ela, irão cobrar de seus pais o zelo da vovó.
Os filhos irão sentir um aperto no coração pois não souberam aproveitar o seu tempo com suas mães. Não ouviram seus conselhos, suas palavras de carinho, não sentiram seus puxões de orelhas, não se uniram em momentos de orações, se afastaram de seus familiares...
Mais grave ainda, desprezaram seus irmãos, a família se debandou, se repartiu, falta o principal, a cabeça que pensava por todos; agora é cada um por si...
Que falta faz uma mãe!
Só quem a perdeu é quem sabe o quanto deseja vê-la de novo!
Sentir seu abraço, ouvir sua voz e as batidas do seu coração, sentir o fogo do seu amor irradiar pela casa toda.
Sem falar nas saudades que ela deixou em todos os lugares da casa, na sua cadeira de descanso, na mesa que ela preparava, na rede que dormia, nas suas vestes, no seu terço que rezava, no seu retrato, em todos os lugares e em tudo lembra mamãe!
DIVINO ESPÍRITO SANTO DE DEUS!
Divino Espírito Santo de Deus, que derrama sobre todas as pessoas as graças de que merecemos, hoje e sempre nos acompanha nas trajetórias de nossas vida. Amém.
domingo, 13 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
saudades de mamãe!
SAUDADES DE MAMÃE!
Gracinda Calado
“Por que as mães morrem”?
Quando a perdemos lhe damos muito mais valor, suas virtudes são mais visíveis, seus carinhos fazem falta, sua voz soa em nossos ouvidos como sinos de igreja, suas lembranças são mais verdadeiras, tudo se transforma em saudades!
Por que as mães morrem?
Acho que elas morrem para se eternizarem em nossas almas, se perpetuarem em nossos corações, reviverem em nossos filhos e netos, e em nossas lembranças. Quando falamos de nossas mães o nosso peito aperta, nossa voz fica rouca, as palavras ficam presas na garganta, nossas lágrimas se libertam como rios que lavam nossas almas e purificam nosso corpo.
As mães nunca deveriam morrer!
Mas Deus na sua infinita misericórdia nos tranquiliza e nos ampara, leva para ele o que de mais precioso nos deu, nossa mãe querida.
Nela nos encontramos, nos espelhamos, nos identificamos, nos sentimos sempre crianças em seus braços fortes cheios de amor e carinho!
As mães nunca morrem em nosso coração, pois estamos sempre a nos lembrar daquela que nos deu a sua vida pelo seu amor!
Gracinda Calado
“Por que as mães morrem”?
Quando a perdemos lhe damos muito mais valor, suas virtudes são mais visíveis, seus carinhos fazem falta, sua voz soa em nossos ouvidos como sinos de igreja, suas lembranças são mais verdadeiras, tudo se transforma em saudades!
Por que as mães morrem?
Acho que elas morrem para se eternizarem em nossas almas, se perpetuarem em nossos corações, reviverem em nossos filhos e netos, e em nossas lembranças. Quando falamos de nossas mães o nosso peito aperta, nossa voz fica rouca, as palavras ficam presas na garganta, nossas lágrimas se libertam como rios que lavam nossas almas e purificam nosso corpo.
As mães nunca deveriam morrer!
Mas Deus na sua infinita misericórdia nos tranquiliza e nos ampara, leva para ele o que de mais precioso nos deu, nossa mãe querida.
Nela nos encontramos, nos espelhamos, nos identificamos, nos sentimos sempre crianças em seus braços fortes cheios de amor e carinho!
As mães nunca morrem em nosso coração, pois estamos sempre a nos lembrar daquela que nos deu a sua vida pelo seu amor!
sábado, 28 de abril de 2012
ENTRE O SONHO E A REALIDADE
ENTRE O SONHO E A REALIDADE
GRACINDA CALADO
Amanhece na minha cidade e o sol despeja sua luz entre os arvoredos e os benjamins que enfeitam as ruas.
Os casarões ainda dormem e o dia chega devagar acompanhando o sol nas serranias.
Os pássaros gorjeiam numa festa fenomenal, homenageando o sol!
As andorinhas saem em bando num rebuliço louco procurando alimento para os filhotes.
Os casarios cobrem-se de cores e os velhos telhados se robustecem naquela manhã que se avizinha na antiga cidade das flores e dos perfumes!
Cidade dos amores e das cores, dos beija-flores e dos rouxinóis, dos pregões matinais e dos homens trabalhadores.
O céu o azul de anil beija o amarelo do dia que nasce para aquecer os corações de milhares de baturiteenses que lutam pela sua sobrevivência com alegria e muita coragem.
Na Igreja o sino toca o seu pregão matinal!
Crianças passam para a escola, lembram o tempo em que éramos estudantes e tranqüilas desfilávamos pelas ruas e ladeiras ensolaradas e frescas, nas manhãs dos dias letivos.
Hoje somos as testemunhas desses dias felizes em nossa linda e graciosa cidade de Baturité.
GRACINDA CALADO

Amanhece na minha cidade e o sol despeja sua luz entre os arvoredos e os benjamins que enfeitam as ruas.
Os casarões ainda dormem e o dia chega devagar acompanhando o sol nas serranias.
Os pássaros gorjeiam numa festa fenomenal, homenageando o sol!
As andorinhas saem em bando num rebuliço louco procurando alimento para os filhotes.
Os casarios cobrem-se de cores e os velhos telhados se robustecem naquela manhã que se avizinha na antiga cidade das flores e dos perfumes!
Cidade dos amores e das cores, dos beija-flores e dos rouxinóis, dos pregões matinais e dos homens trabalhadores.
O céu o azul de anil beija o amarelo do dia que nasce para aquecer os corações de milhares de baturiteenses que lutam pela sua sobrevivência com alegria e muita coragem.
Na Igreja o sino toca o seu pregão matinal!
Crianças passam para a escola, lembram o tempo em que éramos estudantes e tranqüilas desfilávamos pelas ruas e ladeiras ensolaradas e frescas, nas manhãs dos dias letivos.
Hoje somos as testemunhas desses dias felizes em nossa linda e graciosa cidade de Baturité.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
TARCILIA CALADO, UM ANO DE VIDA ETERNA
TARCILIA CALADO, UM ANO DE VIDA ETERNA!
Como o entardecer que declina sua luz ao fim do dia, ela fechou os olhos para não ver as sombras que perseguiam sua vitalidade, arrastando um pouco do que restava de sua energia e vida.
Como as borboletas que se contorcem no casulo ao fim da tarde morna, ela esperava o anoitecer para abrir suas asas brancas e voar para a luz.
Nossa querida irmã, que tanto amávamos! Não tivemos tempo de lhe falar, nem experimentar a doce hora de dizer que a amamos, pois não imaginávamos que a hora derradeira já chegara inesperadamente, mais que de repente, nos deixando com a alma em pranto e o coração em explosão de dores pela sua partida para o céu.
Custamos acreditar que viveríamos sem ela, nossa companheira e amiga de todas as horas! Durante esses dias de sua partida, mais parece uma eternidade para nós.
O céu é testemunha do nosso pesar, das nossas inquietações e de nossa dor ao vê-la partir sem um adeus. O luto de nossa alma reveste-se de pranto e ao mesmo tempo nos consola, acreditar que sua vida é eterna na morada dos anjos junto a Deus!
Bendita mãe que nos gerou no amor e que nos deu as mais lindas lições de fé na Eucaristia e no Evangelho de Jesus, que ressuscitará os mortos e dar-lhes-á a vida eterna na glória de Deus Pai!
Jamais esqueceremos, seu espírito alegre e brincalhão, mesmo nos momentos em que lhe roubava a paciência; a vida era sempre uma festa enfeitada de sorrisos, alegria e disponibilidade para servir, com carinho e dedicação. Como um milagre sua harmonia se equilibrava nas brincadeiras e vencia sempre o bom humor que adornava e enchia a sua vida de felicidade!
Estamos no vazio das suas brincadeiras, da sua alegria, da sua simplicidade e do seu amor. Quantos planos desfeitos! Mas o chamado de Deus gritou mais forte, quis Ele que ela ficasse ao seu lado para saborear das benesses do céu.
Que seja o céu o seu limite e para lá encaminharemos as nossas orações para que amenizem um pouco nossa saudade e a nossa dor pois viveremos agora sem a sua presença, sem o seu amor; Que a nossa saudade seja um modo de dizer adeus, e lembrar que sempre o seu sorriso jamais se apagará de nossos corações!
GRACINDA CALADO
Como o entardecer que declina sua luz ao fim do dia, ela fechou os olhos para não ver as sombras que perseguiam sua vitalidade, arrastando um pouco do que restava de sua energia e vida.
Como as borboletas que se contorcem no casulo ao fim da tarde morna, ela esperava o anoitecer para abrir suas asas brancas e voar para a luz.
Nossa querida irmã, que tanto amávamos! Não tivemos tempo de lhe falar, nem experimentar a doce hora de dizer que a amamos, pois não imaginávamos que a hora derradeira já chegara inesperadamente, mais que de repente, nos deixando com a alma em pranto e o coração em explosão de dores pela sua partida para o céu.
Custamos acreditar que viveríamos sem ela, nossa companheira e amiga de todas as horas! Durante esses dias de sua partida, mais parece uma eternidade para nós.
O céu é testemunha do nosso pesar, das nossas inquietações e de nossa dor ao vê-la partir sem um adeus. O luto de nossa alma reveste-se de pranto e ao mesmo tempo nos consola, acreditar que sua vida é eterna na morada dos anjos junto a Deus!
Bendita mãe que nos gerou no amor e que nos deu as mais lindas lições de fé na Eucaristia e no Evangelho de Jesus, que ressuscitará os mortos e dar-lhes-á a vida eterna na glória de Deus Pai!
Jamais esqueceremos, seu espírito alegre e brincalhão, mesmo nos momentos em que lhe roubava a paciência; a vida era sempre uma festa enfeitada de sorrisos, alegria e disponibilidade para servir, com carinho e dedicação. Como um milagre sua harmonia se equilibrava nas brincadeiras e vencia sempre o bom humor que adornava e enchia a sua vida de felicidade!
Estamos no vazio das suas brincadeiras, da sua alegria, da sua simplicidade e do seu amor. Quantos planos desfeitos! Mas o chamado de Deus gritou mais forte, quis Ele que ela ficasse ao seu lado para saborear das benesses do céu.
Que seja o céu o seu limite e para lá encaminharemos as nossas orações para que amenizem um pouco nossa saudade e a nossa dor pois viveremos agora sem a sua presença, sem o seu amor; Que a nossa saudade seja um modo de dizer adeus, e lembrar que sempre o seu sorriso jamais se apagará de nossos corações!
CHEGADAS E PARTIDAS
Gracinda Calado
De repente na estação. Todos os olhos demonstram um medo ou ansiedade. As pessoas andam para lá e para cá, não se cumprimentam, não falam, ficam pensativas, olhares distantes reflexivos...
Nos bancos da estação a espera corroi o peito enquanto esperam e de “olho” no relógio suam as mãos e os pés.
Em cada coração pulsa uma saudade, dos que se vão, ou dos que ficam com vontade de partir também. Por um momento fleches de alegria invadem a passarela da estação como se o trem se aproximasse para acabar de vez com a angustia dos que ficam e aliviar a dor e a saudade dos que partem.
Choros e lágrimas calidamente escorrem nos rostos pálidos de algumas pessoas que partirão para nunca mais voltarem. Deixam atrás momentos de amores que passaram e nos desencontros de primaveras não souberam fechar o enredo de sua história. Os últimos momentos são eternos e delirantes na incerteza de não saberem o que o destino espera para acontecer.
Casais de namorados despedem-se com beijos e abraços, como se fossem os últimos de suas vidas. Enquanto isso o trem apita na curva do caminho avisando a chegada e em breve apitará avisando a partida.
O sino toca , depois de alguns minutos de pausa para as despedidas. Poucos são os minutos que correm rápidos separando os pares na estação. Todos tomam seus lugares. O trem começa a sair vagarosamente e os acenos se encontram na despedida louca de um adeus!
O que restou de tudo foram momentos que se foram com os que partiram, e a estação está deserta, calada, vazia, pois todos já seguiram seu destino.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
UMA VIAGEM ESPETACULAR
UMA VIAGEM ESPETACULAR
Gracinda Calado
A cidade fica no sopé da serra de Guaramiranga e Pacoti, abençoada pela imagem de nossa senhora de Fátima encravada no alto da serra, na vista mais linda do lugar! De lá se avista toda a região da planície e os montes que fazem o maciço, os rios que cortam as cidades, as plantações de café e bananas.
Temos mais acima, o paredão do “olho d’água”, onde impera o convento dos jesuítas, primeiros evangelizadores católicos da região, onde em tempos distantes funcionava o seminário para padres e estudantes. Nas mesmas terras deslumbram-se as águas da barragem “tijuquinha”, que serve à cidade de Baturité de água potável, durante o inverno e verão, com suas águas doces, e transparentes.
Na cidade de Baturité, temos oportunidade de conhecer museus históricos, marco do centenário da cidade, igrejas seculares, prédios antigos coloniais, estação ferroviária onde se encontra em museu aberto a réplica da primeira máquina a vapor que fazia o percurso de viagens de Fortaleza a Crato e vice versa. Além de tudo, jardins arborizados, cidade enfeitada de benjamins antigos, os prédios dos colégios salesianos, que durante muitos anos abrigaram em suas dependências rapazes de todos os lugares do Brasil, e no colégio feminino moças que preferiam estudar no regime de internato ou externato com as irmãs filhas de Maria Auxiliadora.
Venha conhecer as maravilhas de nossa região, você não voltará somente uma vez, mas outras vezes, tenho certeza! Sentirá saudades do sabor doce das águas, do cheiro perfumado das flores que nascem às margens das estradas, dos vendedores de frutas frescas e maduras nos quiosques, das feiras nos dias de sábado onde se encontra de tudo, dos engenhos de cana onde se produz a rapadura e outras coisas simples da região, mas valorosas e encantadoras.
Gracinda Calado
Saindo de Fortaleza rumo ao centro-sul, região montanhosa, encontraremos o melhor clima da região, as mais lindas paisagens, cheias de verde, de canaviais, planícies onduladas, onde se desenvolvem riachos e ribeirões, principalmente no município de Redenção, primeira cidade que aboliu a escravidão no Ceará.
Durante a viagem a expectativa é a cidade de Baturité, capital do maciço do mesmo nome, e que um dia foi vila, chamada de “Monte Mor”, pela fertilidade do seu solo, pelo seu clima ameno, pela beleza de suas matas, pelas águas que brotam com facilidade de seu chão, pela fartura de seus pomares e pelas serras que circundam seu corpo verdejante.
A cidade fica no sopé da serra de Guaramiranga e Pacoti, abençoada pela imagem de nossa senhora de Fátima encravada no alto da serra, na vista mais linda do lugar! De lá se avista toda a região da planície e os montes que fazem o maciço, os rios que cortam as cidades, as plantações de café e bananas.
Temos mais acima, o paredão do “olho d’água”, onde impera o convento dos jesuítas, primeiros evangelizadores católicos da região, onde em tempos distantes funcionava o seminário para padres e estudantes. Nas mesmas terras deslumbram-se as águas da barragem “tijuquinha”, que serve à cidade de Baturité de água potável, durante o inverno e verão, com suas águas doces, e transparentes.
Na cidade de Baturité, temos oportunidade de conhecer museus históricos, marco do centenário da cidade, igrejas seculares, prédios antigos coloniais, estação ferroviária onde se encontra em museu aberto a réplica da primeira máquina a vapor que fazia o percurso de viagens de Fortaleza a Crato e vice versa. Além de tudo, jardins arborizados, cidade enfeitada de benjamins antigos, os prédios dos colégios salesianos, que durante muitos anos abrigaram em suas dependências rapazes de todos os lugares do Brasil, e no colégio feminino moças que preferiam estudar no regime de internato ou externato com as irmãs filhas de Maria Auxiliadora.
Venha conhecer as maravilhas de nossa região, você não voltará somente uma vez, mas outras vezes, tenho certeza! Sentirá saudades do sabor doce das águas, do cheiro perfumado das flores que nascem às margens das estradas, dos vendedores de frutas frescas e maduras nos quiosques, das feiras nos dias de sábado onde se encontra de tudo, dos engenhos de cana onde se produz a rapadura e outras coisas simples da região, mas valorosas e encantadoras.
domingo, 1 de abril de 2012
SEGUINDO OS PASSOS DE JESUS
SEGUINDO OS PASSOS DE JESUS
Gracinda Calado
Seguindo os passos de Jesus somos convidados a entrar em Jerusalém com ramos e flores para aplaudir o rei dos reis, aquele que em breve se prepara para se entregar aos judeus seus irmãos, rumo ao calvário e depois à cruz.
Aquela cruz em que ele receberá o nosso sangue e lavará nossos pecados pelo amor do Pai, e por nosso amor. Manifestemos a nossa alegria aclamando o rei com “Hosana ao Filho de Davi” “Bendito o que vem em nome do Senhor”.
O Profeta (Isaias 50,57), diz: “O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas, mas o Senhor Deus é meu auxiliador, por isso, não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.”.
No salmo 21 (22) Meu Deus, meu Deus por que me abandonastes?
Riem de mim todos aqueles que me veem/ torcem os lábios e sacodem a cabeça:/ “Ao Senhor se confiou, ele o liberte/ e agora o salve, se é verdade que ele o ama!”.
Eles repartem entre si as minhas vestes/ e sorteiam entre si a minha túnica./ Vós, porém, ó meu Deus não fiqueis longe, / ó minha força, vinde logo em meu socorro”.
Jesus sabia que a hora já se aproximava, e seu lado humano sentia na carne e em todos os seus músculos o peso dos nossos pecados.
Na hora de seu passamento da terra fria para o calor do céu, Ele deu um grande grito. Neste momento a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo em duas partes. Jesus havia expirado. Levou com ele o que prometera fazer e voltar depois de três dias com um corpo santificado e transfigurado de amor puro!
A morte foi vencida pelo Senhor da vida! Pela sua Paixão e morte sejamos todos perdoados e reconciliados de modo que, ajudados pela sua misericórdia alcancemos o perdão que não merecemos por nossas obras.
Gracinda Calado
Seguindo os passos de Jesus somos convidados a entrar em Jerusalém com ramos e flores para aplaudir o rei dos reis, aquele que em breve se prepara para se entregar aos judeus seus irmãos, rumo ao calvário e depois à cruz.
Aquela cruz em que ele receberá o nosso sangue e lavará nossos pecados pelo amor do Pai, e por nosso amor. Manifestemos a nossa alegria aclamando o rei com “Hosana ao Filho de Davi” “Bendito o que vem em nome do Senhor”.
O Profeta (Isaias 50,57), diz: “O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas, mas o Senhor Deus é meu auxiliador, por isso, não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.”.
No salmo 21 (22) Meu Deus, meu Deus por que me abandonastes?
Riem de mim todos aqueles que me veem/ torcem os lábios e sacodem a cabeça:/ “Ao Senhor se confiou, ele o liberte/ e agora o salve, se é verdade que ele o ama!”.
Eles repartem entre si as minhas vestes/ e sorteiam entre si a minha túnica./ Vós, porém, ó meu Deus não fiqueis longe, / ó minha força, vinde logo em meu socorro”.
Jesus sabia que a hora já se aproximava, e seu lado humano sentia na carne e em todos os seus músculos o peso dos nossos pecados.
Na hora de seu passamento da terra fria para o calor do céu, Ele deu um grande grito. Neste momento a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo em duas partes. Jesus havia expirado. Levou com ele o que prometera fazer e voltar depois de três dias com um corpo santificado e transfigurado de amor puro!
A morte foi vencida pelo Senhor da vida! Pela sua Paixão e morte sejamos todos perdoados e reconciliados de modo que, ajudados pela sua misericórdia alcancemos o perdão que não merecemos por nossas obras.
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