CARNAVAL
Gracinda Calado
Na imensidão das folias, os sonhos são despejados
Invadidos pelos foliões no meio da multidão!
Sem preconceitos, nem conceitos, os corações se despedaçam,
Se estilhaçam no calor das emoções!
Tal qual borboletas multicores se esvoaçam nos ares,
Os amores e as dores não dão espaços aos clamores, só alegrias se dão!
As lágrimas são de alegrias, sonhos, fantasias nas máscaras e melodias,
Rastros pelos salões, em plena ebulição!
Carnaval, festa da carne e do pecado, do prazer de viver emoção!
Grande espera para em um só dia de folia extravasar o coração!
Somente na quarta- feira os sonhos se desfazem pelo chão!
17/2/2012
eM oFF/ GOSTARIA DE APROVEITAR O ENSEJO PARA PARABENIZAR OS FOLIÕES DA MINHA QUERIDA BATURITÉ, QUE NA SIMPLICIDADE DE SUA ALEGRIA BRINCAVAM E SE DIVERTIAM NOS CARNAVAIS DO PASSADO NOS CLUBES DA CIDADE E QUE AINDA HOJE RELEMBRAM AQUELES DIAS DE MUITAS ALEGRIAS E DE SAUDADES!
OS CARNAVAIS DE HOJE SÃO DIFERENTES!
DIVINO ESPÍRITO SANTO DE DEUS!
Divino Espírito Santo de Deus, que derrama sobre todas as pessoas as graças de que merecemos, hoje e sempre nos acompanha nas trajetórias de nossas vida. Amém.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
DEBAIXO DE TUAS MANGUEIRAS...
Gracinda Calado
Aos domingos,todos nós íamos passear no sitio.
O rio Pacoti lavava suas terras e as deixavam férteis.
Nosso passeio começava na invasão das fruteiras que desafiavam nossa curiosidade.
As goiabeiras carregadinhas de frutos e de flores deixavam um perfume no ar.
As siriguelas vermelhas eram convites à loucura e ao exagero das gulodices. Enfrentávamos aqueles manjares dos deuses logo de manhã, bem o sol não havia ainda esquentado a terra.
Aquele chão abençoado era mágico, para onde se olhava era um convite à sedução.
Debaixo das mangueiras fazíamos projetos e contávamos histórias mirabolantes, que só nós ainda adolescentes acreditávamos.
Aos poucos o som de algumas mangas que caiam no chão nos despertava da emoção de um bom enredo de nossas histórias. Corríamos todos para pegar aquelas frutas doces caídas do pé.
Às vezes deixávamos nos levar pelo fascínio do ambiente e deitávamos debaixo das frondosas árvores usufruindo de suas sombras.
Sonhávamos com coisas encantadas, lugares mágicos e indescritíveis, ao mesmo tempo em que nos deixávamos levar pelas nossas emoções e chorávamos quando alguém vinha em nossa direção para nos levar de volta para casa.
Sofríamos na despedida daquelas mangueiras frondosas encantadas para todos nós.
O dia era uma primavera em flor em nossos corações juvenis.
“ Debaixo das mangueiras éramos muito felizes”.
Aos domingos,todos nós íamos passear no sitio.
O rio Pacoti lavava suas terras e as deixavam férteis.
Nosso passeio começava na invasão das fruteiras que desafiavam nossa curiosidade.
As goiabeiras carregadinhas de frutos e de flores deixavam um perfume no ar.
As siriguelas vermelhas eram convites à loucura e ao exagero das gulodices. Enfrentávamos aqueles manjares dos deuses logo de manhã, bem o sol não havia ainda esquentado a terra.
Aquele chão abençoado era mágico, para onde se olhava era um convite à sedução.
Debaixo das mangueiras fazíamos projetos e contávamos histórias mirabolantes, que só nós ainda adolescentes acreditávamos.
Aos poucos o som de algumas mangas que caiam no chão nos despertava da emoção de um bom enredo de nossas histórias. Corríamos todos para pegar aquelas frutas doces caídas do pé.
Às vezes deixávamos nos levar pelo fascínio do ambiente e deitávamos debaixo das frondosas árvores usufruindo de suas sombras.
Sonhávamos com coisas encantadas, lugares mágicos e indescritíveis, ao mesmo tempo em que nos deixávamos levar pelas nossas emoções e chorávamos quando alguém vinha em nossa direção para nos levar de volta para casa.
Sofríamos na despedida daquelas mangueiras frondosas encantadas para todos nós.
O dia era uma primavera em flor em nossos corações juvenis.
“ Debaixo das mangueiras éramos muito felizes”.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
DEPOIS DE QUATRO DIAS DE FOLIA...
DEPOIS DE QUATRO DIAS DE FOLIA.
GRACINDA CALADO
DEPOIS DE QUATRO DIAS DE FOLIA, O CANSAÇO E A EXAUSTÃO CASTIGA O CORPO QUE CAI EM DEPRESSÃO. A CONSCIENCIA EM PRANTO, GRITA E CHORA AS AMARGURAS OCULTAS DA OCIOSIDADE, DA PERVERSÃO, DO DESPOJAMENTO FÁCIL DO CORPO E DA ALMA, COMO ANIMAIS EM CORRIDA DESENFREADA NUMA ESTRADA LONGA.
TÃO DIFERENTE DOS ANTIGOS CARNAVAIS QUE GERAVAM ALEGRIAS INCONTESTÁVEIS!
AS MUDANÇAS SOCIAIS NA REALIZAÇÃO DOS CARNAVAIS DE RUA E DAS PRAIAS, NO INTERIOR E NA CAPITAL, TRANSFORMARAM O CARNAVAL EM ALEGORIAS DE MAU GOSTO, ESCAPANDO APENAS AS MUSICAS ALEGRES E FRENÉTICAS DOS CARROS ELÉTRICOS QUE ANIMAM AS RUAS E PRAÇAS.
BOM SERIA QUE DEPOIS DO CARNAVAL HOUVESSE UM TEMPO PARA PENSAR, REFLETIR SOBRE TUDO QUE ACONTECEU NOS QUATRO DIAS DE FOLIA. QUE ESTA REFLEXÃO NÃO SE TRANSFORMASSE APENAS EM ESTATÍSTICAS FUNESTAS DE PREJUIZOS, DE MORTES E DESGRAÇAS ENTRE AS FAMILIAS.
AS SAUDADES DOS CARNAVAIS ANTIGOS SÃO MARCADAS PELO RESPEITO E O DESEJO DE BRINCAR, DANÇAR, DIVERTIR, SEM COMPROMISSO DE NADA , MAS COM RESPONSABILIDADE.
SERÁ QUE AINDA VIVEREMOS TUDO ISSO EM NOSSOS CARNAVAIS?
GRACINDA CALADO
DEPOIS DE QUATRO DIAS DE FOLIA, O CANSAÇO E A EXAUSTÃO CASTIGA O CORPO QUE CAI EM DEPRESSÃO. A CONSCIENCIA EM PRANTO, GRITA E CHORA AS AMARGURAS OCULTAS DA OCIOSIDADE, DA PERVERSÃO, DO DESPOJAMENTO FÁCIL DO CORPO E DA ALMA, COMO ANIMAIS EM CORRIDA DESENFREADA NUMA ESTRADA LONGA.
TÃO DIFERENTE DOS ANTIGOS CARNAVAIS QUE GERAVAM ALEGRIAS INCONTESTÁVEIS!
AS MUDANÇAS SOCIAIS NA REALIZAÇÃO DOS CARNAVAIS DE RUA E DAS PRAIAS, NO INTERIOR E NA CAPITAL, TRANSFORMARAM O CARNAVAL EM ALEGORIAS DE MAU GOSTO, ESCAPANDO APENAS AS MUSICAS ALEGRES E FRENÉTICAS DOS CARROS ELÉTRICOS QUE ANIMAM AS RUAS E PRAÇAS.
BOM SERIA QUE DEPOIS DO CARNAVAL HOUVESSE UM TEMPO PARA PENSAR, REFLETIR SOBRE TUDO QUE ACONTECEU NOS QUATRO DIAS DE FOLIA. QUE ESTA REFLEXÃO NÃO SE TRANSFORMASSE APENAS EM ESTATÍSTICAS FUNESTAS DE PREJUIZOS, DE MORTES E DESGRAÇAS ENTRE AS FAMILIAS.
AS SAUDADES DOS CARNAVAIS ANTIGOS SÃO MARCADAS PELO RESPEITO E O DESEJO DE BRINCAR, DANÇAR, DIVERTIR, SEM COMPROMISSO DE NADA , MAS COM RESPONSABILIDADE.
SERÁ QUE AINDA VIVEREMOS TUDO ISSO EM NOSSOS CARNAVAIS?
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
ENTRE O SONHO E A REALIDADE
GRACINDA CALADO
Amanhece na minha cidade e o sol despeja sua luz entre os arvoredos e os benjamins que enfeitam as ruas.
Os casarões ainda dormem e o dia chega devagar acompanhando o sol nas serranias.
Os pássaros gorjeiam numa festa fenomenal, homenageando o sol!
As andorinhas saem em bando num rebuliço louco procurando alimento para os filhotes.
Os casarios cobrem-se de cores e os velhos telhados se robustecem naquela manhã que se avizinha na antiga cidade das flores e dos perfumes!
Cidade dos amores e das cores, dos beija-flores e dos rouxinóis, dos pregões matinais e dos homens trabalhadores.
O céu o azul de anil beija o amarelo do dia que nasce para aquecer os corações de milhares de baturiteenses que lutam pela sua sobrevivência com alegria e muita coragem.
Crianças passam para a escola, lembram o tempo em que éramos estudantes e tranqüilas desfilávamos pelas ruas e ladeiras ensolaradas e frescas, nas manhãs dos dias letivos.
Hoje somos as testemunhas desses dias felizes em nossa linda e graciosa cidade de Baturité.
COMO PASSA LIGEIRA A VIDA!
Gracinda Calado
Quando somos crianças não acreditamos que um dia morreremos.
Deus na sua infinita sabedoria nos pune desse castigo de pensar na morte.
O tempo passa, somos impulsionados pelos nossos projetos imediatos e o desejo de concluí-los logo. Nosso mundo é fantasiado pela força da mocidade, pela beleza de nosso corpo e pelos mistérios da criação.
Milhões de informação se descortinam a nossa frente e nós, deslumbrados com tudo que vivemos ou pretendemos viver, deixamo-nos levar pelas correntezas e seguimos o curso das águas do rio de nossas vidas.
Que beleza quando acordamos pela manhã, nossos pais ao nosso lado, as flores no jardim, os amigos que nos esperam na escola, as brincadeiras, as descobertas e os sentimentos que afloram a nossa ama!
Depois de alguns anos enfrentamos de cabeça situações embaraçosas, decepções, alguns desencontros de primaveras, amores que não vingaram desentendimentos com amigos e até com nós mesmos. Ainda não nos conhecemos bastante para enfrentar de cara a vida.
Entramos em uma nova etapa de desafio da vida; com muita coragem de construir tudo sozinhos. Primeiro uma nova família, um novo lar, uma formatura, um novo emprego, uma nova realização.
Outros projetos virão! Virão com eles os desafios do cotidiano, as batalhas da sobrevivência, a luta pela segurança de tudo conquistado até ali, e novos projetos virão. Virão novas decepções, novos desafios, novos conceitos e assim a vida vai tomando corpo, e o tempo já passou. Daremos conta desse tempo!
Tempo que nos trouxe, tempo que nos criou, tempo que nos mostra agora a sua cara, e nos mostra que já é hora de acordar!
Acordamos para a vida e ela chegou e passou depressa!
Quando somos crianças não acreditamos que um dia morreremos.
Deus na sua infinita sabedoria nos pune desse castigo de pensar na morte.
O tempo passa, somos impulsionados pelos nossos projetos imediatos e o desejo de concluí-los logo. Nosso mundo é fantasiado pela força da mocidade, pela beleza de nosso corpo e pelos mistérios da criação.
Milhões de informação se descortinam a nossa frente e nós, deslumbrados com tudo que vivemos ou pretendemos viver, deixamo-nos levar pelas correntezas e seguimos o curso das águas do rio de nossas vidas.
Que beleza quando acordamos pela manhã, nossos pais ao nosso lado, as flores no jardim, os amigos que nos esperam na escola, as brincadeiras, as descobertas e os sentimentos que afloram a nossa ama!
Depois de alguns anos enfrentamos de cabeça situações embaraçosas, decepções, alguns desencontros de primaveras, amores que não vingaram desentendimentos com amigos e até com nós mesmos. Ainda não nos conhecemos bastante para enfrentar de cara a vida.
Entramos em uma nova etapa de desafio da vida; com muita coragem de construir tudo sozinhos. Primeiro uma nova família, um novo lar, uma formatura, um novo emprego, uma nova realização.
Outros projetos virão! Virão com eles os desafios do cotidiano, as batalhas da sobrevivência, a luta pela segurança de tudo conquistado até ali, e novos projetos virão. Virão novas decepções, novos desafios, novos conceitos e assim a vida vai tomando corpo, e o tempo já passou. Daremos conta desse tempo!
Tempo que nos trouxe, tempo que nos criou, tempo que nos mostra agora a sua cara, e nos mostra que já é hora de acordar!
Acordamos para a vida e ela chegou e passou depressa!
domingo, 8 de janeiro de 2012
NO SILENCIO DA NOITE
( Gracinda Calado)
É no silencio da noite que minha voz ecoa,
Debaixo deste céu estrelado de notas azuis,
Deixo falar meu coração perto do teu.
É no silencio que se cala a alma,
Para ouvir os gemidos do coração.
Neste quadro frio desta noite calma.
Ouço vozes e sussurros mais além,
É o vento frio que passa e que vem,
Amenizar a noite calma do meu bem.
Silencio frio imortal sem alma
Fala ao meu ardente e doce coração,
Uma palavra de amor que acalma.
Na noite fria de tantos amores,
Só o silencio fala pra nós dois
Na noite escura de místicos temores.
Ò pobre alma, ilusão errante!
Vida da minha vida, luz verdadeira
Divina prece de um amor distante.
Restos de luar por sobre as praias,
Sombras passeiam tão distantes,
São imagens de uma alma errante,
Passeia calmamente sobre os montes.
Na minha visão de alma aflita,
Procuro ouvir a voz do vento
A me falar coisas bonitas
Nesta noite de encantamento.
É no silencio da noite que minha voz ecoa,
Debaixo deste céu estrelado de notas azuis,
Deixo falar meu coração perto do teu.
É no silencio que se cala a alma,
Para ouvir os gemidos do coração.
Neste quadro frio desta noite calma.
Ouço vozes e sussurros mais além,
É o vento frio que passa e que vem,
Amenizar a noite calma do meu bem.
Silencio frio imortal sem alma
Fala ao meu ardente e doce coração,
Uma palavra de amor que acalma.
Na noite fria de tantos amores,
Só o silencio fala pra nós dois
Na noite escura de místicos temores.
Ò pobre alma, ilusão errante!
Vida da minha vida, luz verdadeira
Divina prece de um amor distante.
Restos de luar por sobre as praias,
Sombras passeiam tão distantes,
São imagens de uma alma errante,
Passeia calmamente sobre os montes.
Na minha visão de alma aflita,
Procuro ouvir a voz do vento
A me falar coisas bonitas
Nesta noite de encantamento.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
MARCAS QUE JÁ SE FORAM
MARCAS QUE JÁ SE FORAM
Gracinda Calado
Morreu o ano 2011, que antes era cobiçado, cheio de projetos invejáveis, novo como uma criança e cheio de esperanças!
O tempo como sempre acaba, apaga, destrói, transforma ou renova.
Tudo foi tão rápido em nossas vidas! Não houve tempo para realizações projetadas, nem caminhos férteis onde vingasse o que plantamos, nem chegaram a nós as chuvas para fortalecer nossos plantios fincados no coração com muitos desejos e muitos amores.
Tudo se acabou com o passar do tempo e com os minutos que eram engolidos pelo ano alvissareiro de 2011 que corria veloz em nossa cara!
O ano velho acabou-se como todo velho se acaba, desfalecendo a cada momento, a cada estação, a cada dia e cada noite, deixando-nos a esperança de um ano melhor!
Perdemos pessoas queridas que se foram para a morada dos anjos, perdemos amores, perdemos um pouco da nossa vitalidade que se foi com o ano que passou, como uma tinta que se desfaz com as primeiras chuvas.
Em nossas recordações inventamos grandes alegrias que há muito tempo se perderam no mundo de nossa imaginação.
Cantamos cantigas antigas, acendemos velas, compramos flores, fizemos promessas que às vezes não cumprimos, olhamos para o céu e achamos que ele estava mais bonito!
Contudo, não percamos a fé no desenrolar do próximo ano, pois ele também morrerá um dia e tudo se repetirá como o ano que passou e nós continuaremos a alimentar a nossa fé em Deus que é o único que jamais passará, e jamais morrerá!
Gracinda Calado
Morreu o ano 2011, que antes era cobiçado, cheio de projetos invejáveis, novo como uma criança e cheio de esperanças!
O tempo como sempre acaba, apaga, destrói, transforma ou renova.
Tudo foi tão rápido em nossas vidas! Não houve tempo para realizações projetadas, nem caminhos férteis onde vingasse o que plantamos, nem chegaram a nós as chuvas para fortalecer nossos plantios fincados no coração com muitos desejos e muitos amores.
Tudo se acabou com o passar do tempo e com os minutos que eram engolidos pelo ano alvissareiro de 2011 que corria veloz em nossa cara!
O ano velho acabou-se como todo velho se acaba, desfalecendo a cada momento, a cada estação, a cada dia e cada noite, deixando-nos a esperança de um ano melhor!
Perdemos pessoas queridas que se foram para a morada dos anjos, perdemos amores, perdemos um pouco da nossa vitalidade que se foi com o ano que passou, como uma tinta que se desfaz com as primeiras chuvas.
Em nossas recordações inventamos grandes alegrias que há muito tempo se perderam no mundo de nossa imaginação.
Cantamos cantigas antigas, acendemos velas, compramos flores, fizemos promessas que às vezes não cumprimos, olhamos para o céu e achamos que ele estava mais bonito!
Contudo, não percamos a fé no desenrolar do próximo ano, pois ele também morrerá um dia e tudo se repetirá como o ano que passou e nós continuaremos a alimentar a nossa fé em Deus que é o único que jamais passará, e jamais morrerá!
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